MARANHENSE RAFA NOLETO DECLARA O AFETO NA MÚSICA “MAR PROFUNDO”

Single é o oitavo de uma série de canções lançadas desde 2022 que farão parte do álbum de estreia do artista

A nova canção do maranhense, Rafa Noleto, é uma declaração de amor, que fala sobre a necessidade de fazer renascer as relações de afeto. O cantor, compositor e antropólogo, que canta com uma voz suave, presenteia os ouvintes com “Mar Profundo” que tem raízes na música da MPB com os pés e o coração na praia. Clique aqui para escutar

Mar Profundo faz parte do álbum Cantositor, que marca a estreia de Rafa e será lançado em Abril pela Vitrola Play. Das treze músicas do disco, o artista já revelou sete: Noctívago, Entardecendo, Delicadamente, Quando ele chega, Ao quadrado, Lua e Cromática – todas transitando pelo universo do amor e suas adjacências. E agora, com Mar Profundo, Rafa conta que a letra traz, na metáfora da água salgada do mar, “uma alusão ao derramamento de lágrimas, à limpeza do corpo e da alma pelo sal, aos ciclos de idas e vindas sugeridos pelas ondas do mar e, por fim, uma referência ao mergulho nas profundezas do sentir para deixar transbordar as emoções mais genuínas de nossos corações”.

O arranjo é feito pela união entre o acompanhamento de um violão praieiro e os sons de sintetizadores que simulam a brisa do mar. A voz, além de cantar a melodia principal, tece diversas camadas melódicas, criando vocalizes suaves e intimistas. “É uma canção que remete ao ambiente da praia, aos passeios na orla marítima e se refere a um mar calmo que nos estimula à reflexão sobre a vida e o amor”, diz o autor.

“Mar Profundo” contou com a participação especial do violonista Gustavo Otesbelgue e é a única faixa do álbum em que o violão foi utilizado no arranjo. “Embora as composições tenham sido feitas originalmente ao violão, o acompanhamento harmônico da maioria das faixas foi realizado com guitarras. Em Mar Profundo, optei por conservar o violão como principal instrumento harmônico porque é uma faixa que conta uma história que se passa num ambiente praieiro, traz imagens metafóricas do mar e fala do trasbordamento de emoções. Por isso, convidei o Gustavo Otesbelgue para tocar na faixa, pois é um músico muito virtuoso, que saberia traduzir ao violão esse ambiente praieiro que eu queria trazer para a faixa. Porém, ainda que a faixa tenha essa proposta mais acústica, outro instrumento muito importante presente na faixa é o sintetizador, que foi tocado pelo Bruno Chaves, guitarrista e produtor musical que produziu o álbum junto comigo. Neste caso, o sintetizador foi usado para simular a brisa do mar, pontuando a faixa com sons que remetem aos ventos que levam e trazem emoções”.

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